Doutrina dos Dons Espirituais – 08.

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Deus concedeu uns para Apóstolos.

A importância de um dom reside em o que é e quem o deu. O dom de apóstolo é o mais importante. Primeiro pela importância de quem o dá e em segundo pelo que ele é. Vejamos quem concede o dom de apóstolo. Em Efésios 4.11 o doador é identificado como “Ele”: “ Foi Ele quem “deu dons às pessoas”. Ele escolheu alguns para serem apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e ainda outros para pastores e mestres da Igreja.” (Efésios 4:11 NTLH). Em Efésios 4.7 encontramos uma explicação mais clara. Está escrito: “Porém cada um de nós recebeu um dom especial, de acordo com o que Cristo deu.” – NTLH. Portanto, concluímos que Cristo é o doador dos dons ministeriais. A importância de um dom está em quem o deu e no que ele constitui. Cristo “concedeu uns para apóstolos”.

Identificando o receptor – Para alguém receber um dom duas partes devem estar envolvidas no processo: o doador e o receptor. Vimos que Cristo é o doador dos dons ministeriais. E quanto ao receptor? Se lermos somente Efésios 4.8: “Por isso, diz: Quando Ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens.” – RA. Entretanto, temos de ler mais de um versículo para descobrir a verdade completa. Ao lermos toda a passagem, Efésios 4.1-16, descobrimos que Paulo se refere a toda a igreja, a todo o corpo de Cristo. Isso nos ajuda a entender que os dons ministeriais são dados às pessoas, individualmente, mas devem beneficiar a todo o Corpo de Cristo.

Para o indivíduo é dada a chamada e uma habilidade especial para ser apóstolo. Para o Corpo é dado o próprio apóstolo para o propósito de cumprir o seu ministério. Leia Efésios 2.10 e 3.5: “Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora; em nossa união com Cristo Jesus, ele nos criou para que fizéssemos as boas obras que ele já havia preparado para nós.” (Efésios 2:10 NTLH); “ No passado esse segredo não foi contado aos seres humanos, mas agora, por meio do seu Espírito, Deus o revelou aos seus santos apóstolos e profetas.” (Efésios 3:5 NTLH).

Apóstolos são indivíduos especiais que fazem parte do corpo de Cristo. O dom ministerial de apóstolo é dado ao indivíduo para a edificação da igreja.

Continua no próximo post.

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Doutrina dos Dons Espirituais – 07.

A Divisão dos Dons.

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Não encontramos na Bíblia uma lista completa dos dons, divididos em grupos. Todos os dons ministeriais aparentam ser intimamente relacionados. Paulo nos dá uma visão geral do propósito desses dons espirituais. Veja em Efésios 4.12: “ com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo,” – RA. Para facilitar essa apresentação, vamos dividir os dons espirituais em três grupos, a saber:

  1. Dons ministeriais

  2. Outros dons ministeriais

  3. Dons do Espírito.

Um dom apresentado em um grupo pode ser semelhante a um dom de outro grupo.

Dons ministeriais – A primeira lista inclui aqueles dons relacionados com as nossas maiores responsabilidades no corpo de Cristo. Paulo os menciona na carta aos efésios onde escreveu: “e a graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo. Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens. E Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres,” (Efésios 4:7,8,11 RA).

Portanto a nossa lista de dons ministeriais é a seguinte:

  1. Apóstolos

  2. Profetas

  3. Evangelistas

  4. Pastores

  5. Mestres

Alguns estudiosos dizem que os ministérios de pastores e mestres constituem um mesmo dom ministerial, ou seja, pastores que ensinam.

Outros dons ministeriais – Todos os dons relacionados nesse segundo grupo estão relacionados em Romanos 12 ou em 1 Coríntios 12. Esses podem não ser tão facilmente reconhecidos como os dons ministeriais. Isso não significa que não sejam importantes. Em cada caso eles atendem a uma necessidade específica do corpo de Cristo.

Os dons que compõem o grupo dos “outros dons ministeriais” são:

  1. Ministério

  2. Ensino

  3. Exortação

  4. Contribuir

  5. Governos/Presidir

  6. Misericórdia

  7. Socorros

Dons do Espírito – Todos os dons do Espírito são sobrenaturais. Nesse grupo de dons do Espírito estão:

  1. Palavra de sabedoria

  2. Palavra de conhecimento

  3. Dons de curar

  4. Operação de milagres

  5. Profecia

  6. Discernimento de espíritos

  7. Variedade de línguas

  8. Interpretação de línguas

Os dons do Espírito são especiais e estão acima dos talentos comuns que possamos ter. Não somos capazes de reproduzi-los usando as nossas habilidades naturais.

Continua no próximo post.

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Doutrina dos Dons Espirituais – 06.

A Importância do Conhecimento (2).

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 O conhecimento governa a fé – O conhecimento não apenas produz a fé, ele também a controla. Em outras palavras ele nos dá uma direção e estabelece limites. Por essa razão é importante que nosso conhecimento sobre os dons seja o mais completo e verdadeiro possível. Um conhecimento falso ou parcial lança um fundamento de fé igualmente falso e incompleto. O fundamento é a base onde algo se apóia. A fé lançada sobre um alicerce de conhecimento errado é semelhante a uma casa sobre apenas parte de sua fundação.

Muitos cristãos tem aprendido, por exemplo, que o dom de línguas não é para os nossos dias. E porque acataram esse ensinamento errado, não possuem fé para receber tal dom.

Eles só podem crer naquilo que conhecem, mesmo que o que pensam saber esteja em desacordo com as Escrituras. Não conseguirão ter fé além do conhecimento que possuem. A menos que corrijam o que sabem sobre o assunto, esses crentes passarão a vida inteira achando que o dom de línguas não é para eles. Portanto é muito importante que o nosso conhecimento a respeito dos dons espirituais seja pleno e verdadeiro. Veja João 8.30-32: Quando Jesus disse isso, muitos creram nele. Então Jesus disse para os que creram nele: —Se vocês continuarem a obedecer aos meus ensinamentos, serão, de fato, meus discípulos e conhecerão a verdade, e a verdade os libertará.” – NTLH.

O conhecimento determina a experiência – Já que o conhecimento produz e controla a nossa fé, ele também deve nos levar a ter experiência. Precisamos ter em mente a ordem correta dos acontecimentos: (1) o conhecimento, (2) a fé e, (3) a experiência. Enquanto não conhecermos sobre os dons espirituais não poderemos crer pela fé na sua existência. E, se não tivermos fé para crer neles, não farão parte da nossa experiência, como Deus deseja.

Vejamos a experiência de Paulo entre os efésios, relatada em Atos 19. Já aprendemos que, pelo fato de não conhecerem à respeito do Espírito Santo, não podiam crer nele. Assim que Paulo percebeu que eles não haviam ouvido falar do Espírito Santo, passou a ensiná-los, proporcionando-lhes um novo conhecimento. E quando sua fé passou a agir de acordo com o seu novo conhecimento, passaram a experimentar algo totalmente novo. Eles adquiriram essa nova experiência a partir do momento em que receberam os novos conhecimentos de Paulo.

Isso nos ajuda a entender como é importante conhecer sobre os dons espirituais. Enquanto não tivermos conhecimento deles, nossa experiência será limitada. Ter conhecimento sobre os dons e até mesmo possui-los, às vezes, não é suficiente. É preciso também saber usá-los. Veja o que Paulo escreveu em 1 Coríntios 12.1: A respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.” – RA.

Conhecer a verdade a respeito dos dons nos leva a ter uma experiência mais frutífera no uso deles. Por isso devemos aprender o máximo que pudermos a esse respeito. As etapas necessárias para recebermos os dons espirituais são; conhecimento, fé e experiência.

Continua no próximo post.

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Doutrina dos Dons Espirituais – 05.

A importância do conhecimento.

Deus tem dons espirituais reservados para todos os crentes. O Senhor espera que cada crente seja fiel no uso de seus dons e que tenha amor, para que qualquer dom seja coerente.

O conhecimento produz a fé – A fé é a essência dos dons espirituais, e é imprescindível no uso deles. O fato dos dons serem espirituais, isto é, provenientes do Espírito, nos revela a necessidade de termos fé, pois é ela que nos torna crentes em Jesus. Além disso, é através da fé que nos tornamos cristãos úteis, por intermédio do uso dos dons.

Como podemos adquirir fé? A fé vem pelo nosso conhecimento da Bíblia. Portanto adquirimos fé pelo conhecimento dos dons espirituais. Paulo afirmou isso claramente ao dizer: “Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?” (Romanos 10:14 RA). Adquirimos conhecimento ao ouvir a mensagem do evangelho. E uma vez que temos esse conhecimento, é possível termos fé.

Vejamos o que aconteceu com os cristãos de Éfeso. Em seu primeiro encontro com eles, o apóstolo Paulo lhes perguntou: “… Recebestes, porventura, o Espírito Santo quando crestes? Ao que lhe responderam: Pelo contrário, nem mesmo ouvimos que existe o Espírito Santo.” (Atos 19:2 RA). Porque não tinham ainda ouvido a respeito daquele assunto, não tinham conhecimento. E porque não tinham conhecimento não podiam crer.

Então Paulo passou a ensiná-los, e através dessa instrução, os efésios adquiriram o conhecimento. E uma vez tendo-o adquirido, a fé nasceu nos seus corações. Portanto reconhecemos que o primeiro passo para termos fé, de maneira a receber e a reconhecer os dons espirituais, é adquirirmos o conhecimento a respeito deles. O conhecimento também é importante para o uso efetivo dos dons. Enquanto formos ignorantes sobre os dons espirituais não seremos capazes de aplicá-los em nossa vida e ministério, da maneira que Deus deseja.

A fé é a essência dos dons espirituais. A fé vem através do conhecimento da Bíblia, que se adquire pela leitura ou pelo ouvir a mensagem da pregação. É muito importante adquirir sólido conhecimento sobre os dons espirituais.

O conhecimento governa a fé – O conhecimento não apenas produz a fé, ele também a controla. Em outras palavras ele nos dá uma direção e estabelece limites. Por essa razão é importante que o nosso conhecimento sobre os dons seja o mais completo e verdadeiro possível. Um conhecimento falso ou parcial lança um fundamento de fé igualmente falso e incompleto.

Muitos cristãos têm aprendido, por exemplo, que o dom de línguas não é para os nossos dias. E porque acataram esse ensinamento errado, não possuem fé para receber tal dom. Eles só podem crer naquilo que conhecem. Não conseguirão ter fé além do conhecimento que possuem. A menos que corrijam o que sabem sobre o assunto, esses crentes passarão a vida inteira achando que o dom de línguas não é para eles.

Portanto, é muito importante que nosso conhecimento a respeito dos dons espirituais seja pleno e verdadeiro.

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A Doutrina dos Dons Espirituais – 04.

Devemos ser fiéis no uso dos dons de Deus.

Devemos reconhecer os dons – Como membros do corpo de Cristo temos um ministério espiritual a exercer. E para nos capacitar para esse trabalho, Deus nos deu um dom ou, possivelmente, mais de um dom. Cada membro recebe ao menos um dom. Em praticamente todas as passagens bíblicas que falam sobre os dons espirituais lemos que eles são para todos os membros do corpo de Cristo. Não são os nossos pais ou professores que nos concedem esses dons, pois nenhum ser humano tem poder para fazer isso. Além do mais, eles não são talentos que recebemos naturalmente.

Os talentos são habilidades com as quais as pessoas já nascem. Cada um de nós possui habilidades diferentes. Alguns chamam esses talentos de dons, mas não são iguais aos dons espirituais. Muitas pessoas que não são crentes têm talentos. Um incrédulo, por exemplo, pode ter um talento musical, ou talvez a habilidade de falar em público. Todavia esses dons não são dons espirituais.

Os dons espirituais vêm todos de uma única fonte: Deus. “Tudo de bom que recebemos e tudo o que é perfeito vêm do céu, vêm de Deus, o Criador das luzes do céu. Ele não muda, nem varia de posição, o que causaria a escuridão.” (Tiago 1:17 NTLH).

Devemos usar os dons – Na Bíblia encontramos uma regra simples que se aplica a todo e qualquer dom espiritual. Está escrito: “Curem os leprosos e outros doentes, ressuscitem os mortos e expulsem os demônios. Vocês receberam sem pagar; portanto, dêem sem cobrar.” (Mateus 10:8 NTLH). Isso significa que os membros do corpo de Cristo devem usar os dons que receberam para atender ao propósito para o qual eles lhes foram concedidos.

Por vezes os crentes falham em usar seus dons espirituais e, às vezes,eles os usam de maneira egoísta e sem amor. Em ambos os casos, não estão cumprindo o propósito a que se destinam. Concluímos então que os cristãos têm dois deveres. Primeiro, use cada dom para cumprir o propósito estabelecido por Deus. Segundo, controle o uso desses dons com o amor. “Sejam bons administradores dos diferentes dons que receberam de Deus. Que cada um use o seu próprio dom para o bem dos outros!” (1 Pedro 4:10 NTLH). Em outras palavras, devemos zelar pelos dons que recebemos e usá-los para o crescimento do Reino de Deus. Há um mandamento bem claro com respeito aos administradores dons de Deus, também chamados de mordomos ou despenseiros. “O que se exige de quem tem essa responsabilidade é que seja fiel ao seu Senhor.” (1 Coríntios 4:2 NTLH). Quando somos fiéis no exercício dos dons espirituais, glorificamos a Deus, que os deu, e trazemos bênçãos para o corpo.

O amor é a chave para o uso eficaz dos dons espirituais. Sem amor os dons espirituais não cumprem o seu propósito. “Pois, quando estamos unidos com Cristo Jesus, não faz diferença nenhuma estar ou não estar circuncidado. O que importa é a fé que age por meio do amor.” (Gálatas 5:6 NTLH). Devemos usar os dons espirituais para o bem dos outros. Honramos a Deus quando somos fiéis no uso dos dons que ele nos deu.

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A Doutrina dos Dons Espirituais -03.

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Não devemos nos comparar com os outros.

A comparação desagrada a Deus – Deus nos fez diferentes uns dos outros, da mesma maneira que criou cada membro do nosso corpo diferente dos demais. Sabemos que Deus criou cada parte de nosso corpo e a colocou onde está de maneira a servir um propósito específico.

Quando nos comparamos com outros membros do corpo de Cristo e reclamamos por sermos diferentes, desagradamos ao Senhor. Devemos compreender que Deus nos fez como somos e nos colocou onde estamos para beneficiar a todo o corpo, bem como para Sua própria glória.

Se somos infelizes pelo fato do nosso dom (ou dons) ser diferente do de outra pessoa, estamos julgando a Deus. É o mesmo que dizer: “Deus, por que o Senhor não deu tal dom para mim?” (Leia em 1 Coríntios 12.15-18: “Se o pé disser: “Já que não sou mão, não sou do corpo”, nem por isso deixa de ser do corpo. Se o ouvido disser: “Já que não sou olho, não sou do corpo”, nem por isso deixa de ser do corpo. Se o corpo todo fosse olho, como poderíamos ouvir? E, se o corpo todo fosse ouvido, como poderíamos cheirar? Assim Deus colocou cada parte diferente do corpo conforme ele quis.” – NTLH).

A comparação desestimula as pessoas – “É claro que não nos atrevemos a nos igualar ou a nos comparar com aqueles que pensam que são tão importantes. Como são ignorantes! Primeiro eles resolvem quais as medidas que irão usar para se medir e depois eles se julgam de acordo com essas mesmas medidas.” (2 Coríntios 10:12 NTLH).

Quando comparamos os nossos dons com o de outras pessoas, duas situações podem ocorrer Primeiro, nós mesmos poderemos nos sentir desestimulados porque os nossos dons não são iguais aos da outra pessoa. Poderão parecer menos importantes que os dela. Segundo, poderemos ficar orgulhosos por pensar que nossos dons tem mais valor que os de nosso irmão. Daí estaremos desestimulando a ele.

É muito importante e de grande benefício para nós entendermos que Deus nos concede os dons que nos são adequados. Deus nos concede os dons que nos são compatíveis. Então não há razão para ficarmos comparando os nossos dons co aqueles dados aos outros.

Há um outro detalhe importante que deve ser mencionado. Paulo escreveu o seguinte: “assim também nós, embora sejamos muitos, somos um só corpo por estarmos unidos com Cristo. E todos estamos unidos uns com os outros como partes diferentes de um só corpo.” (Romanos 12:5 NTLH). Não há motivos para comparar-mos os nossos dons com os de outra pessoa, uma vez que somos todos membros do mesmo corpo. Cada um de nós se beneficia dos demais. Porque tentaríamos comparar os nossos pés com a nossa boca? Eles não são parecidos. Não tem funções semelhantes. Entretanto ambos são necessários e contribuem igualmente para um mesmo propósito. Nossos pés nos levam até o alimento. Nossa boca o ingere, mas todo o corpó se beneficia. O mesmo se dá com os membros do corpo de Cristo.

Leia 1 Coríntios 12.21-27: “Portanto, o olho não pode dizer para a mão: “Eu não preciso de você.” E a cabeça não pode dizer para os pés: “Não preciso de vocês.” O fato é que as partes do corpo que parecem ser as mais fracas são as mais necessárias, e aquelas que achamos menos honrosas são as que tratamos com mais honra. E as partes que parecem ser feias recebem um cuidado especial, que as outras mais bonitas não precisam. Foi assim que Deus fez o corpo, dando mais honra às partes menos honrosas. Desse modo não existe divisão no corpo, mas todas as suas partes têm o mesmo interesse umas pelas outras. Se uma parte do corpo sofre, todas as outras sofrem com ela. Se uma é elogiada, todas as outras se alegram com ela. Pois bem, vocês são o corpo de Cristo, e cada um é uma parte desse corpo.” – NTLH).

Viva Jesus!

Deus lhe abençõe!

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A Doutrina dos Dons Espirituais – 02.

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Todo membro é importante.

Cada membro faz parte do corpo – o que o dedão do pé faria se não estivesse ligado ao corpo? Nada além de decompor-se e tornar-se pó. Mesmo assim ele é uma parte importante do corpo. Sem ele não seríamos perfeitos. Um corpo que não possui todos os seus membros é limitado em todas as suas realizações. Alguém que não tem uma das pernas não pode correr; uma pessoa sem os olhos não consegue ler, e uma outra desprovida dos braços não é capaz de subir em árvores.

Todos os membros do corpo de Cristo são muito importantes para ele. “Pois bem, vocês são o corpo de Cristo, e cada um é uma parte desse corpo.” (1 Coríntios 12:27 NTLH). Podemos desenvolver esse raciocínio dizendo que cada cristão constitui uma pequena parcela do corpo de Cristo. Somos uma parte dele, exatamente como o dedão do pé é uma parcela, um pedaço e uma porção do nosso corpo.

Cada membro tem uma função específica – Os dedos do pé não têm a mesma função que o ouvido. Nem os olhos tem a mesma utilidade dos pés. De maneira semelhante, no corpo de Cristo os membros não tem a mesma função. Na verdade cada um desempenha sua atividade específica. A palavra função significa “trabalho ou dever especial”. A função dos olhos, por exemplo, é enxergar. Voltemos ao exemplo do dedão do pé. Algumas vezes ele fica escondido dentro do Sapato e raramente nos lembramos dele. Além de participar com os outros dedos para compor o pé e torná-lo perfeito, o dedão contribui para o equilíbrio de todo o corpo. Se por um infortúnio viermos a perdê-lo ele nos fará muita falta. Todo o nosso corpo se beneficia pelo fato de o dedão estar presente. Sem ele tropeçaríamos facilmente. Além disso não correríamos bem e andaríamos mancando.

Os membros do corpo de Cristo são como as partes que constituem nosso corpo físico. Cada membro tem sua função própria, e são importantes, tanto para a cabeça como para o restante do corpo. Leia em 1 Coríntios 12.18-25: “ Assim Deus colocou cada parte diferente do corpo conforme ele quis. Se o corpo todo fosse uma parte só, não existiria corpo. De fato, existem muitas partes, mas um só corpo. Portanto, o olho não pode dizer para a mão: “Eu não preciso de você.” E a cabeça não pode dizer para os pés: “Não preciso de vocês.” O fato é que as partes do corpo que parecem ser as mais fracas são as mais necessárias, e aquelas que achamos menos honrosas são as que tratamos com mais honra. E as partes que parecem ser feias recebem um cuidado especial, que as outras mais bonitas não precisam. Foi assim que Deus fez o corpo, dando mais honra às partes menos honrosas. Desse modo não existe divisão no corpo, mas todas as suas partes têm o mesmo interesse umas pelas outras.” – NTLH.

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